(escrito no início do Século XIX)
“Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis para um rapaz… Com efeito, uma jovem tem ilusões, muita inexperiência, e o sexo é bastante cúmplice do amor… ao passo que uma mulher conhece toda a extensão dos sacrifícios que tem a fazer. Lá onde uma é arrastada pela curiosidade, por seduções estranhas à do amor, a outra obedece a um sentimento consciente. Uma cede, a outra escolhe… dando-se, a mulher experiente parece dar mais do que ela mesma, ao passo que a jovem, ignorante e crédula, nada sabendo, nada pode compara nem apreciar… Uma nos instrui, nos aconselha… a outra quer tudo aprender… Para uma jovem seja amante, precisa ser muito corrompida, e então é abandonada com horror, enquanto uma mulher possui mil modos de conservar a um tempo seu poder e sua dignidade… A jovem… acredita Ter dito tudo despindo o vestido; mas uma mulher… se esconde sob mil véus… afaga todas as vaidades… Chegando a essa idade, a mulher sabe consolar em mil ocasiões em que a jovem só sabe gemer. Enfim, além de todas as vantagens de sua posição, a mulher de trinta anos pode se fazer jovem, desempenhar todos os papéis, ser púdica e até embelezar-se com a desgraça”.

num gostei… rsrsrs
squenta não… ce chega lá!
That’s me!!!